Na
justificativa do requerimento protocolado, o parlamentar paraibano
dispensou a biografia burocrática de Ariano Suassuna “como se curriculum
vitae fosse: é ele, para além do pecado da palavra, o nosso orgulho”.
Afirma o senador Cássio Cunha Lima, que no teatro, na literatura e nos
movimentos culturais mais diversos – com destaque para o Movimento
Armorial, Ariano também nos permite a catarse que é o encontro da nossa
história com a nossa realidade. “A Paraíba, que lhe deu luz e embalou
seus primeiros dias, sente-se premiada com essa circunstância de ser o
berço de quem nasceu para o mundo. O Prêmio Nobel viria a condecorar,
pela primeira vez, um escritor brasileiro e alcançar o que,
modernamente, temos de mais prestimoso nas letras, respeitados muitos
outros escritores renomados”, afirmou o senador tucano. Há traduções de
diversas obras do genial escritor brasileiro em inglês, francês,
italiano, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês, tornando-as
acessível mundialmente e conduzindo a uma análise mais universal da
personalidade do povo brasileiro. “ O prêmio, que tem significados
pessoal e nacional, é honraria que o indicado merece. Destaque-se que
outros escritores brasileiros contemporâneos também mereceriam como
exemplo: o amazonense Milton Hatoum, o maranhense Ferreira Gullar, o
mineiro Rubens Fonseca, o carioca Paulo Coelho e o gaúcho Luis Fernando
Veríssimo ”, afirmou o senador Cássio Cunha Lima.
Das bandas da Paraíba
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