Wilson Dias/ABr
A presidenta Dilma Rousseff participa da abertura da 15ª Marcha dos Prefeitos a Brasília.
Apesar de aprovada por mais de 70% da população brasileira, a
presidenta Dilma Rousseff não está imune de vaias neste Brasil do
futebol e do carnaval.
No dia (15) ontem , a presidenta foi vaiada pela primeira vez em evento público desde que colocou a faixa presidencial recebida das mãos do antecessor Luís Inácio Lula da Silva. E a primeira vaia, como aquele velho sutiã da propaganda, ninguém nunca esquece.
Pois é. Dilma Rousseff foi vaiada por um grupo de participantes da 15ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios organizada pela barulhenta Confederação Nacional dos Municípios.
Capitaneada pelo gaúcho Paulo Ziulkoski, idealizador das marchas de prefeitos a Brasília, A CNM sempre armou o palco para presidentes (FHC, Lula e agora Dilma), ministros, governadores e parlamentares ao longo da última década. E sempre foi prestigiada.
Ninguém sabe se a confederação continuará com prestígio de agora em diante depois da vaia na presidenta, porque é pouco provável que Dilma aceite qualquer convite dos prefeitos tão cedo.
A pauta da confederação dos municípios é abrangente e o principal ponto de tensão com o governo federal é a repartição do bolo tributário. A União sempre fica com a parte do leão, apontam os prefeitos.
E foi justamente na cobrança por royalties do petróleo que os prefeitos irrataram a presidenta Dilma Rousseff. Ela encerrou abruptamente o discurso que proferia na marcha em Brasília depois de dizer aos prefeitos o seguinte: "não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás. Lutem pela distribuição de hoje para a frente". Dilma foi vaiada, mas foi aplaudida também.
São os ossos do ofício. Mesmo em situação confortável no que se refere à popularidade, a presidenta Dilma Rousseff está sujeita a se deparar com plateias hostis. Isso já ocorreu no passado, acontece hoje e assim será. O mundo não vai acabar por causa disso. Faz parte do processo democrático. Até o Lula, tão popular quanto ela, já levou vaia e segue em alta.
No dia (15) ontem , a presidenta foi vaiada pela primeira vez em evento público desde que colocou a faixa presidencial recebida das mãos do antecessor Luís Inácio Lula da Silva. E a primeira vaia, como aquele velho sutiã da propaganda, ninguém nunca esquece.
Pois é. Dilma Rousseff foi vaiada por um grupo de participantes da 15ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios organizada pela barulhenta Confederação Nacional dos Municípios.
Capitaneada pelo gaúcho Paulo Ziulkoski, idealizador das marchas de prefeitos a Brasília, A CNM sempre armou o palco para presidentes (FHC, Lula e agora Dilma), ministros, governadores e parlamentares ao longo da última década. E sempre foi prestigiada.
Ninguém sabe se a confederação continuará com prestígio de agora em diante depois da vaia na presidenta, porque é pouco provável que Dilma aceite qualquer convite dos prefeitos tão cedo.
A pauta da confederação dos municípios é abrangente e o principal ponto de tensão com o governo federal é a repartição do bolo tributário. A União sempre fica com a parte do leão, apontam os prefeitos.
E foi justamente na cobrança por royalties do petróleo que os prefeitos irrataram a presidenta Dilma Rousseff. Ela encerrou abruptamente o discurso que proferia na marcha em Brasília depois de dizer aos prefeitos o seguinte: "não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás. Lutem pela distribuição de hoje para a frente". Dilma foi vaiada, mas foi aplaudida também.
São os ossos do ofício. Mesmo em situação confortável no que se refere à popularidade, a presidenta Dilma Rousseff está sujeita a se deparar com plateias hostis. Isso já ocorreu no passado, acontece hoje e assim será. O mundo não vai acabar por causa disso. Faz parte do processo democrático. Até o Lula, tão popular quanto ela, já levou vaia e segue em alta.
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