Zé Agripino. O começo do fim

Prosa & Verso com Crispiniano Neto

Não bastasse ter perdido os membros do seu afiado bando de catilinas da legislatura passada, Agripino sem Mão Santa, Arthur Virgílio, Heráclito Fortes, Tasso Jereissati e outros bichos vive a solidão de pregar no deserto mesmo com toda a mídia a repercutir suas baboseiras. Perdeu mais Demóstenes Torres, o que lhe restava de tocador de trombone para acompanhar seus buzinaços. Além de queda, coice, pois agora é ele próprio o foco das denúncias. Conseguiu escorregar há poucas semanas de mais uma denúncia de corrupção. Mas o processo não morreu. A mídia cala, mas a vida continua. E como já falamos aqui de outros casos, não adianta congelar carne podre, pois quando o degelo vier, podre a carne estará (...)

nota do blog: leia a matéria na íntegra na coluna Prosa & Verso no Jornal de fato.  Os norteriograndenses  precisam saber de fato quem  é essa  figura Zé Agripino, essa matéria mostra aquilo  que a mídia oficial faz questão de esconder.

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