Um asteroide de 400 metros de comprimento passará perto da Terra hoje,
em uma aproximação rara que aparentemente, segundo os cientistas da
NASA, não representa risco de impacto para o planeta. Mas os cientistas
da WISE (World International Security Enterprise) relatam que os
calculos feitos pela NASA estariam totalmente errados. “O asteroide não
vai passar apenas a 324.600 quilômetros da superfície da Terra, o que já
é mais próximo que a Lua, mas ele vai SE CHOCAR com a Lua”, disse o
cientista chefe do WISE, Mark Buffalo. Segundo Mark, o estrondo vai
acontecer as 02h45m desta madrugada e se não provocar o choque da Lua
com a Terra (e consequentemente a extinção de toda a humanidade), vai
pelo menos mudar o clima do planeta profundamente. O fenômeno representa
uma oportunidade para todos no mundo poderem repensar sua atitudes.
A trajetória do asteroide 2005 YU55 é desconhecida dos cientistas e representa problemas, pois a NASA vem sendo fortemente criticada e também vem sofrendo fortes cortes orçamentários. “Esse erro da NASA pode significar o fim do mundo”, disse ainda Mark. A possibilidade de impacto com a Terra não é negada por nenhum dos maiores cientistas do planeta, ao contrário dos que trabalham na NASA. Até mesmo a influência gravitacional do asteroide terá efeito detectável no planeta, alterando as marés e provocando terremotos, maremotos, tsunamis e furacões.
“É a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. E a NASA não conseguiu prever nem montar nenhum plano de nos salvar dessa ameaça”, disse o astrônomo Scott Pilgrim, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA.
Fonte: Diário de Pernambuco.
Veja o vídeo
A trajetória do asteroide 2005 YU55 é desconhecida dos cientistas e representa problemas, pois a NASA vem sendo fortemente criticada e também vem sofrendo fortes cortes orçamentários. “Esse erro da NASA pode significar o fim do mundo”, disse ainda Mark. A possibilidade de impacto com a Terra não é negada por nenhum dos maiores cientistas do planeta, ao contrário dos que trabalham na NASA. Até mesmo a influência gravitacional do asteroide terá efeito detectável no planeta, alterando as marés e provocando terremotos, maremotos, tsunamis e furacões.
“É a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. E a NASA não conseguiu prever nem montar nenhum plano de nos salvar dessa ameaça”, disse o astrônomo Scott Pilgrim, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA.
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