As suspeitas surgiram em depoimentos de investigados na Operação Lava Jato,
mas a PGR pediu que o inquérito não seja remetido ao ministro Teori Zavascki,
relator dos processos oriundos da operação no Supremo. Para a
procuradoria, as acusações não estão relacionadas com os desvios de recursos da
Petrobras, principal linha de investigação da Lava Jato.
Após ser informação do pedido de abertura de inquérito, o senador Agripino
Maia disse que a acusação é absurda, inverídica e descabida. O parlamentar se
colocou à disposição do Judiciário para prestar esclarecimentos.
Em março deste ano, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal
(STF), autorizou a
abertura de inquérito para investigar se Agripino Maia cometeu crime
de corrupção passiva. Na ocasião, o pedido também foi feito pela Procuradoria
Geral da República.
Em acordo de delação premiada, o empresário George Olímpio afirmou que pagou
R$ 1 milhão ao senador para tentar implantar o sistema de inspeção veicular no
estado, governado pelo DEM.
As informações foram veiculadas no Fantástico no fim de fevereiro.
Na época, o senador disse por meio de nota desconhecer "as razões que
estejam ensejando a reabertura deste assunto".
informações de nominuto.com