O ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), insistiu que a decisão
não significa o fim do programa, prometendo que haverá novas bolsas para
estudantes de pós-graduação (mestrado, doutorado e pós-doutorado) e
também auxílio para mandar a outros países alunos de baixa renda que
cursam o Ensino Médio em escolas públicas. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
A decisão foi tomada devido ao alto custo operacional do programa de intercâmbio.
“Um aluno no programa custa, na média, R$ 105 mil por ano. O governo
gastou no ano passado com 35 mil bolsistas o equivalente a todo o
investimento em merenda escolar para cerca de 40 milhões de estudantes“,
disse Mendonça Filho.
De acordo com o ministro, as novas iniciativas ainda dependem da
liberação de orçamento. Quanto aos bolsistas atualmente vinculados ao
Ciência sem Fronteiras, Mendonça Filho assegurou que os benefícios serão
pagos até a conclusão de seus cursos.